Publicado por: andresilvabern em: Novembro 7, 2009

O Panorama (Festival) já está no ar, vide a apresentação do Ballet de Lorraine ontem no (Teatro) João Caetano! Dentre muitos artistas fantásticos e trabalhos instigantes, apresento uma instalação dentro do programa Se me dessem um teatro. the jockey é fruto de uma pesquisa sobre a relação entre a construção de identidades e o consumo. Quem quiser conferir, é só aparecer no Teatro Cacilda Becker (próximo ao metrô Largo do Machado: rua do Catete, 338) nesse domingo, às 16h. A entrada é gratuita.
O programa Se me dessem um teatro acolhe bolsistas do coLABoratório (Rio e Teresina), uma série de residências artísticas que aconteceram de maio a outubro, no Centro Coreográfico (RJ) e Núcleo do Dirceu (PI). Os bolsistas apresentarão trabalhos nos dias 8, 9 e 15/nov, sempre com entrada gratuita. Sejam bem-vindos!!!
Publicado por: andresilvabern em: Novembro 3, 2009

yes, dear, I couldn’t agree more!!! Tomorrow everything is always different!!!
Wow, so everybody is new to the crew :0 Lotsa luck to y’all!!!
Denmark is dark at 5 o’clock, while in Rio the sun shines up to around 7 p.m.: it’s daylight-saving time here! Clocks are switched back an hour. Summer is still a month ahead.
I like this showcase thing: quite interesting! We’ll try to do something like it here at Centro Coreográfico do Rio while Panorama’s international curators are in the city.
Well, Rio isn’t that hot yet; but the beaches are already packed… there’s been wonderful sunny days lately! Yesterday was a national holiday: Day of the Deceased.
I’ve highlighted some changes I made to the text for the brochure. Hope it helps, dear!
Oh, yes, we’re all happy, dancing everywhere, as usual… lol!!! I’ve just danced a few steps in the living room along with Leandro… lol… music keeps going on all day long here at home!
About my singing, I’m really flattered to know about its repercussion!!!
It certainly provided me with some of the finest memories from the streets and the people around Sankt Hans Torv. I miss Copenhagen so badly (and singing the new version too!!! lol!)… I knew I would while I was still there (I have a quite vivid memory of our last dinner at Thai Pan… the view of the lake), but could never imagine the real feeling. I learnt so much from and in that city… now, it turned into it’s a big mix of “saudade” (you must know what I mean) and gratefulness for everything and everybody I came across there.
Please send the sweetest vibration to each and everyone I met in Copenhagen: energetic you, sweet Jacob, crazy Dr Jones, sunny Schiessl, warm Boaz and Annika (+ family), gentle Marika, precious Seimi, the friendly black immigrant owner of the cafeteria at the Verdens Kultur Centret, mad Kristofer and special Susanne (and family), beautiful Jens, Inge and Joachim, welcoming Metropolis’ Katrine, the generous immigrant lady at BeatRoot… oh, Gosh, so many lovely people… I just wish I haven’t left anyone out!!! You just help me out, please!!!
Love!!!
Publicado por: andresilvabern em: Outubro 14, 2009
Postando diretamente do laboratório de informática do SESC Tijuca, onde está acontecendo a oficina i-dança.naestrada, sobre disponibilização de informação sobre dança na internet. Esta é a sua 6a. edição, que já passou por outras cidades do Brasil.
Gabriela, a instrutora, está destrinchando o WordPress; eu, pegando as dicas mais relevantes, já que sou usuário há algum tempo.
Publicado por: andresilvabern em: Outubro 7, 2009


A convite de Esther Weitzman, produzirei duas oficinas para o seu Studio Casa de Pedra, juntamente com duas amigas do coLABoratório (Festival Panorama de Dança). As amigas são Awilda Polanco e Didine Ángel, ambas artistas provenientes da América Central (República Dominicana e El Salvador, respectivamente).
As oficinas, de técnica e criação em dança contemporânea, acontecerão ainda este mês. Para mais detalhes, clique aqui.
Publicado por: andresilvabern em: Setembro 10, 2009

Acabei de recorrer à uma balinha de hyldeblomst para escrever esse post.
São dois os motivos que tornam difícil essa escrita hoje: cheguei há quase duas semanas e ainda sinto que “estou chegando”; passei um mês sem me dedicar à minha pesquisa pessoal, ainda que tenha feito mil conexões com ela durante esse tempo.
Será que há outros?
Mais um: foi minha primeira viagem ao exterior.
A balinha começa a fazer efeito, acho.
Começar do início: em julho, Vera (Maeder), que conheci numa residência do Festival Panorama no ano passado, me escreveu um e-mail. Era um convite para integrar um grupo de criadores locais para desenvolver um passo adiante em relação ao que havíamos apresentado juntos no Festival.
Ainda faltavam confirmações financeiras para que eles pudessem bancar minha ida, mas ali estava a proposta. Sim, claro que aceitei. Um tanto descrente, um pouco desapegado, não quis me planejar enquanto não houvesse a tal confirmação.
Na última semana de julho, mais um e-mail. “Venha. Está tudo certo!”
Loucura. Correria. Passaporte de emergência. Visto. Passagens. Malas. Despedidas. CoLABoratório. Centro Coreográfico do Rio. Meu amor. Amigos.
Quando dei por mim, já estava abraçando os dois, Vera e seu companheiro Jacob. Fazia um dia lindo, ensolarado e, no fundo, havia alguns chafarizes. Era Copenhagen. E eu, passado o medo da imigração e ansiedade das tantas horas de voo, lá estava.
Artillerivej 74 4th seria o meu endereço no mês de agosto. Islands Brygge era o distrito, que tinha uma estação de metrô (eleito o melhor do mundo em 2008) e o ancoradouro próximos.
Vera e Jacob estavam super animados com a minha visita. “Você quer descansar um pouco? Tomar um banho? A gente podia dar uma volta na cidade…” Lavei o rosto, peguei uma camiseta limpa na mala e saímos.
Copenhagen em alguns minutos de carro. Tantos nomes impronunciáveis, ruas vazias, beleza, beleza, beleza. Descemos e caminhamos. Ruas vazias. Era domingo. Comida vietnamita no Lêlê. Lembrei do meu amor. Precisava ligar.
Meu amor chorava no skype da Vera. Eu também era só lágrimas. Vera trouxe um fone de ouvido e saiu da cozinha em disparada. Novela mexicana (ou brasileira)?
Segunda já era dia de trabalho. Conheci aqueles que se tornariam cada vez mais queridos no decorrer dos dias: Seimi, Boaz, Schiessl. Reunião na cozinha da Vera. Chá com leite e cravo. Pão. Curiosidades sobre Rio e Copenhagen. Chuvinha fina lá fora.
A capa de chuva do Jacob me acompanharia até o último dia de minha estada. Primeiros testes nas ruas próximas ao apartamento de Vera e Jacob. Eu era um ET recém-descido de uma nave. Mas tinha celular e recebia SMSs.
Tinha uma bicicleta também. E muita vergonha de não saber manejá-la nos primeiros dias. Como era desengonçado naquilo! Parecia que nunca tinha visto uma na minha frente… Rezava para os semáforos sempre estarem abertos (existem alguns só para as bikes) e a chuva só tornava tudo ainda mais desconfortável.
Verdens Kultur Centret. Ensaiamos (?) no centro cultural voltado à integração de culturas estrangeiras nas duas semanas seguintes. Já sabia o caminho de bicicleta, embora corresse para o metrô quando amanhecia chuvoso.
Dei umas escapulidas: de posse de um mapa fornecido pela Schiessl, produtora do grupo e engraçadíssima, ficava mais fácil. Conheci Helsingor, onde fica o castelo que inspirou Shakespeare a escrever Hamlet, e assisti uma peça do SIGNA num casarão. Visitei o Glyptotek, museu financiado pela Carlsberg. Vários cafés (os restaurantes são chamados assim também), parques, lagos.
A casa do Kristofer, que se juntaria a nós na semana de performances: sorvete de framboesa feito em casa, cogumelos, torradas, carne e batatas azuis (!), suco de hyldeblomst (uma florzinha, equivalente ao nosso guaraná em popularidade), vinho e chá. A cama elástica do quintal! Susanne, a esposa, e as crianças.
(…)
Publicado por: andresilvabern em: Julho 20, 2009
O título deste post é tirado de uma entrevista interessantíssima com Eleonora Fabião, doutora em Performance. Incluí aqui ao lado (nos links), além dessa, outra entrevista dela, concedida ao Diário do Nordeste. Leituras imperdíveis!
(…)
Eleonora Fabião é sugestão de Denise Stutz, a atual residente do coLABoratório. Depois da imersão no corpo e da instauração e fortalecimento de laços maiores entre os participantes do programa, promovida com maestria por Boyzie e Mélanie, Denise trouxe uma calmaria muito peculiar. Uma calmaria preenchida com muita reflexão, posta em prática por cada um, em seu tempo e espaço, a serviço de seus próprios objetivos e projetos.
Em suma, separados (de novo), mais abertos e mais preparados para a colaboração (finalmente).
(…)

A duas semanas do fim de minha residência no Centro Coreográfico, me preparo para uma mostra pública da resolução mais recente de Aresta. Certamente, um passo adiante de Bricolage, embora ainda na esfera instalativa. The jockey reúne grande parte do material produzido nestes quatro meses de residência e convida o público a interagir através de uma estrutura de jogo de tabuleiro.
Publicado por: andresilvabern em: Julho 18, 2009









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